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INATRO AUMENTA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO DE CARTAS DE CONDUÇÃO PARA ATENDER À DEMANDA ACUMULADA

O Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários (INATRO) anunciou, na terça-feira (27), o aumento da produção de cartas de condução, com a introdução de uma segunda máquina de impressão, passando de 750 para 1.500 unidades por dia. Ademais, o instituto estenderá o seu funcionamento aos fins de semana, até 10 de março de 2026, para reduzir o acúmulo de 35 mil pedidos pendentes.

“Com estas acções, estão criadas as condições para normalizar o processo de produção e impressão das cartas de condução, assegurando que o prazo de entrega não ultrapasse os três meses após a emissão da carta provisória, em conformidade com os padrões estabelecidos”, refere a nota oficial.

O comunicado declara, ainda, que a implementação dessas medidas terá um impacto positivo na melhoria global dos serviços prestados pelo INATRO, nomeadamente na marcação e realização de exames teóricos e práticos de condução, no registo e emissão de livretes de veículos automóveis e reboques, entre outros serviços.

O INATRO reforçou também a importância do “feedback” dos utentes, convidando-os a encaminhar sugestões e reclamações através das plataformas oficiais e das delegações provinciais, como forma de aprimorar os serviços prestados.

“O INATRO reafirma o seu compromisso com a melhoria contínua da qualidade dos serviços, apelando aos utentes para a canalização das suas reclamações e sugestões através das plataformas oficiais e das delegações provinciais, instrumentos fundamentais para o aprimoramento da atuação institucional”, frisa o Instituto.

Essas medidas são vistas como um passo importante para resolver o problema das longas esperas pela emissão das cartas de condução, que têm sido uma preocupação crescente entre os cidadãos. O INATRO espera que, com as novas acções, a percepção pública sobre a qualidade dos seus serviços melhore significativamente.

O REGRESSO DA REVISTA MOÇAMBIQUE

É com elevada consideração que anunciamos o regresso da “Revista Moçambique”, agora renovada na imagem e fortalecida na missão de promover reflexão, cultura e debate informado sobre o país que somos e o país que queremos ser.

Após 3 anos de pausa, a Revista Moçambique regressa com uma nova roupagem editorial, mantendo o compromisso com o jornalismo de qualidade, análise crítica e valorização do pensamento moçambicano.

É um Moçambique pensado com profundidade. Uma revista para quem decide, analisa e influencia.

AO NOVO PROCURADOR-GERAL ADJUNTO DA REPÚBLICA: PR EXIGE TOLERÂNCIA ZERO A COMPORTAMENTOS QUE LESAM O ERÁRIO PÚBLICO

O Presidente da República, Daniel Chapo, exigiu esta quarta-feira (17), em Maputo, uma actuação firme, imparcial e, sobretudo, intolerante por parte do novo Procurador-Geral Adjunto da República, perante comportamentos que prejudiquem o erário público e atentem contra a dignidade do Estado.Falando durante a cerimónia de tomada de posse de José Inácio Ramos Santos, recentemente nomeado ao cargo, o Chefe do Estado desafiou o novo magistrado a liderar, no seio do Ministério Público, a luta contra as novas formas de criminalidade, com destaque para os crimes cibernéticos, incluindo ataques a instituições públicas, através do desenvolvimento de mecanismos que integrem a tecnologia na investigação e prevenção desses fenómenos.Chapo reiterou que a actuação do novo Procurador-Geral Adjunto deverá igualmente reforçar os mecanismos de combate ao financiamento do terrorismo, tráfico de drogas e imigração ilegal, com respostas que acompanhem as transformações sociais e tecnológicas em curso.José Inácio Ramos Santos ingressou na carreira de magistrado do Ministério Público em 2005. Desde então, exerceu diversas funções ao nível distrital e central, entre as quais Procurador Distrital-Chefe de Chibuto, Procurador-Chefe da Secção de Instrução Criminal na Procuradoria Provincial da República de Gaza e Procurador Provincial-Chefe de Niassa. Até à data da sua nomeação, exercia o cargo de Substituto do Inspector-Chefe do Ministério Público.

BNI APONTA NECESSIDADE DE CAPITALIZAÇÃO E ESTABILIDADE PARA IMPULSIONAR O CRESCIMENTO ECONÓNOMICO

O Presidente da Comissão Executiva do Banco de Desenvolvimento (BNI), Abdul Jivane, afirmou esta quarta-feira, em Maputo, que a capitalização do banco e a estabilidade política e econômica são essenciais para o crescimento do país. O Dirigente destacou que a falta de segurança e instabilidade têm reduzido os investimentos estrangeiros nos últimos anos. “Nas últimas décadas, o nível de investimento estrangeiro foi extremamente alto, mas nos últimos anos, tem diminuído devido à questão da segurança”, afirmouJivane explicou que o BNI, embora desempenhe um papel importante no financiamento de grandes projectos, enfrenta limitações devido à falta de recursos. “O BNI tem estado a desempenhar o papel de banco de desenvolvimento, mas com limitações do ponto de vista de capital, que não é suficiente para responder aos desafios da economia”, disse, defendendo a criação de um novo Banco de Desenvolvimento, mas alertou que a eficácia de qualquer nova instituição depende do aporte de capital suficiente. “Mais importante do que criar uma nova instituição, é aportar capital suficiente para que possa de facto cumprir sua missão”, enfatizou Jivane.Apesar das restrições de capital, o PCA destacou os resultados positivos do BNI. O banco, criado com um capital inicial de 2,2 bilhões de meticais, actualmente possui activos no valor de 14,7 bilhões de meticais, e lucros acumulados de cerca de 2,1 bilhões de meticais até Novembro de 2025. “O BNI foi criado com um capital social de 2,2 bilhões de meticais. Hoje, o activo total é cerca de 14,7 bilhões de meticais, ou seja, aumentamos o valor do ativo total em sete vezes”, declarou Segundo o responsável, a taxa de crédito malparado do banco é de 7,5 por cento, abaixo da média do sector, e sua liquidez é de 109 por cento, muito superior à exigência do Banco de Moçambique.O Presidente do BNI falou sobre as dificuldades enfrentadas pelo banco devido à falta de capital inicial adequado. “Quando o BNI foi criado, o capital inicial era de 500 milhões de dólares, mas somente 14% desse valor foi realizado. O Estado apenas fez os aportes necessários em 2020, colocando 35 milhões de dólares”, explicou, reafirmando que a criação de um novo Banco de Desenvolvimento poderia ajudar a superar essas barreiras, desde que houvesse uma definição clara de papéis entre as instituições financeiras.

CDFF INAUGURA EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA INFANTIL SOBRE MEIO AMBIENTE NO ÂMBITO DO CURSO DE FÉRIAS ÚTEIS

O Centro de Documentação e Formação Fotográfica (CDFF) inaugurou esta quarta-feira, 17 de Dezembro, em Maputo, a exposição fotográfica do Curso de Férias Úteis, uma iniciativa que visa ocupar crianças e adolescentes durante o período de interrupção escolar com actividades educativas e culturais. A mostra, composta por imagens captadas pelos próprios participantes, estará patente ao público durante uma semana, das 10h às 15h.

O curso foi orientado por Wily Floyde Massinga, professor de Fotografia, que destacou a importância de ensinar os mais novos a utilizar a câmara fotográfica como ferramenta de expressão e consciência social. “Hoje, as crianças já fotografam com os telemóveis. A ideia é que passem a tirar boas fotos, com um olhar mais atento e crítico, e que compreendam o valor histórico e emocional da fotografia”, explicou.

Durante uma semana e meia de formação, crianças com idades entre 9 e 16 anos aprenderam noções básicas de técnica fotográfica, composição, preservação de arquivos e a importância de documentar o presente, focando-se em temas ambientais.

“O objectivo não era apenas ensinar a tirar fotos, mas incentivar a produção de imagens que transmitam mensagens, que falem sobre o mundo ao nosso redor”, frisou o professor. Os participantes receberão certificados pela conclusão do curso.

Shelton Tembe, um dos participantes do curso, destacou o impacto do curso na sua visão sobre a fotografia. “Lá, eles me trataram muito bem, pois me ensinaram muito sobre fotografia. Aprendi como tirar boas fotos, compor com luz e cores, e também como editar. Agora tenho mais paixão pela fotografia e quero me tornar fotógrafo para contar a nossa história, que será lembrada”, disse.

A exposição, intitulada Curso de Férias úteis, encontra-se aberta ao público e promete encantar os visitantes com o olhar sensível e criativo das crianças sobre o ambiente que as rodeia.

AFRICANO DE VOLEIBOL FEMININO – ZONA VI: UP MAPUTO NOS QUARTOS

A equipa da Universidade Pedagógica de Maputo (UP Maputo) derrotou, na tarde de ontem, terça-feira (16), em Polokwane, África do Sul, a formação do Scorpions, de Eswatini, por 3-0, com os parciais de 25/12, 25/18 e 25/14, em partida a contar para os oitavos-de-final da Taça dos Campeões Africanos de Voleibol da Zona VI.

Com este resultado, a UP Maputo carimbou a passagem aos quartos-de-final, onde vai defrontar, na tarde desta quarta-feira (17), às 15h00, o Harare City, do Zimbabwe.

A última vez que as duas equipas se enfrentaram foi em 2022, na Zâmbia, também nos quartos-de-final, com as “pedagogas” a vencerem por 3-1.

Por sua vez, a formação da Aliança defronta o Scorpions, de Eswatini, em partida a contar para a atribuição da nona posição.

De destacar que a UP Maputo é a actual campeã da zona Austral e a sua maior ambição nesta competição é revalidar o título.

CERCA DE 119 MULHERES FORAM ASSASSINADAS EM 2024

Cerca de 119 mulheres perderam a vida em 2024, vítimas de violência doméstica em todo o país, segundo os dados apresentados pelo Observtório das Mulheres, esta segunda-feira, 15 de Dezembro, em Maputo, durante o Lançamento Oficial do Barómetro 2025, visando apresentar os principais resultados do Estado das mulheres 2025.

O nível da violência física grave que termina em morte de mulheres, as mulheres adultas tem um maior índice de assassinato. No entanto, na violação sexual, 89,7 por cento são crianças, e nesse mesmo número 90 por cento são crianças de sexo feminino e 10 porcento são meninos.

Em representação do Observatório das Mulheres, Quitéria Guirengane, destacou que a presente edição é dedicada exatamente às 119 mulheres vítimas de violência doméstica.

“Nós dizemos que dedicamos esta edição para às 119 mulheres cujas vidas foram brutalmente ceifadas em 2024. É preciso referir que, quando falamos destas mulheres, estamos a falar das vítimas de violência física grave que terminou em morte”. Explicou., acrescentando que estes dados demonstram uma subida em relação ao 2023, que eram 98 casos notificados pela polícia.

Segundo Guirengane, não se trata de um simples número de mulheres que morreram, trata-se de mulheres que foram assassinadas, aquelas cuja a violência física grave terminou em morte, que está nas estatísticas oficiais; trata-se de vítimas de silêncio e de uma violência física grave.

Ao nível dos dados da procuradoria, Guirenga destacou que também houve uma subida significativa dos números. Os dados são diferentes, mas de casos de violência física grave com homicídio e morte.

CERCA DE 119 MULHERES FORAM ASSASSINADAS EM 2024

Cerca de 119 mulheres perderam a vida em 2024, vítimas de violência doméstica em todo o país, segundo os dados apresentados pelo Observtório das Mulheres, esta segunda-feira, 15 de Dezembro, em Maputo, durante o Lançamento Oficial do Barómetro 2025, visando apresentar os principais resultados do Estado das mulheres 2025.

O nível da violência física grave que termina em morte de mulheres, as mulheres adultas tem um maior índice de assassinato. No entanto, na violação sexual, 89,7 por cento são crianças, e nesse mesmo número 90 por cento são crianças de sexo feminino e 10 porcento são meninos.

Em representação do Observatório das Mulheres, Quitéria Guirengane, destacou que a presente edição é dedicada exatamente às 119 mulheres vítimas de violência doméstica.

“Nós dizemos que dedicamos esta edição para às 119 mulheres cujas vidas foram brutalmente ceifadas em 2024. É preciso referir que, quando falamos destas mulheres, estamos a falar das vítimas de violência física grave que terminou em morte”. Explicou., acrescentando que estes dados demonstram uma subida em relação ao 2023, que eram 98 casos notificados pela polícia.

Segundo Guirengane, não se trata de um simples número de mulheres que morreram, trata-se de mulheres que foram assassinadas, aquelas cuja a violência física grave terminou em morte, que está nas estatísticas oficiais; trata-se de vítimas de silêncio e de uma violência física grave.

Ao nível dos dados da procuradoria, Guirenga destacou que também houve uma subida significativa dos números. Os dados são diferentes, mas de casos de violência física grave com homicídio e morte.

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